Livre desde fevereiro para assinar um pré-contrato com qualquer equipe, o Mago, em entrevista ao GloboEsporte.com, rebateu críticas e afirmou não ser mercenário. Aproveitou para cutucar a cúpula palmeirense e responsabilizar a diretoria por sua saída.
– A diretoria se posicionou um tempo atrás falando que teria muito tempo pela frente (para definir se renovaria ou não), até o dia 17 de agosto, que é quando meu contrato acaba. Nesse período, recebi proposta, mas não assinei. Se fosse ingrato e mercenário, eu teria aceitado alguma das proposta dos dois times, que eram muito melhores – contou.Para Valdivia, a diretoria teve medo de admitir publicamente que não queria a sua permanência com medo da reação da torcida. Tal postura dos cartolas magoou o atleta.
Por outro lado, o jogador  faz questão de deixar clara a distinção: seu  problema é com os dirigentes, não com o Palmeiras. "Eternamente agradecido" ao Verdão, o ex-camisa 10 faz questão de elogiar o clube e os torcedores.
– Sempre cometi um erro de colocar o nome do Palmeiras no meio. O clube é muito grande, maior do que a diretoria e do que qualquer jogador, é muito maior do que esse que está falando aqui. Devo muito a esse clube. Devo no sentido de ficar eternamente agradecido. A diretoria não fez nada (para renovar). Essa é a verdade – disse.
– Não queria ter saído. Esperei até onde eu pude, mas não podia esperar mais porque não vi interesse, como aconteceu com outros jogadores, quando até as pessoas viajaram para encontrar, casos do Kardec e do Barrios. Aí você vê a diferença.
Informações: Globoesporte